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Vista panorâmica da orla de Ubatuba, com o mar e montanhas ao fundo

Estância Balneária de Ubatuba

Ubatuba. Uma história viva.

História, natureza e cultura entre o mar e a Mata Atlântica.

Foto: Luis Pavão · Acervo do portal municipal

Texto institucional completo

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Estância Balneária de Ubatuba Ubatuba_foto_Luis-Pav%C3%A3o1-1024x356.jpg

Foto de Luis Pavão

História

Os índios Tupinambás foram os primeiros habitantes da região. Eram excelentes canoeiros e viviam em paz com os índios do planalto, até a chegada dos portugueses e franceses, que tentaram escravizar os índios com o intuito de colonização. Naquela época Ubatuba era conhecida como Aldeia de Iperoig, passando para categoria de Vila somente em 1554.

Os portugueses mantinham relações de amizade com os Tupiniquins. Os Tupinambás, sob o comando de Cunhambebe, fizeram aliança com outras tribos, de Bertioga a Cabo Frio, para lutar contra o domínio lusitano. Os Tupinambás e Tupiniquins organizaram-se, formando a “Confederação dos Tamoios” e passaram a enfrentar os portugueses. Para evitar o conflito, os portugueses convocaram, em 1563, uma dupla de negociadores, os Jesuítas Manoel da Nóbrega e José de Anchieta.

A História de Ubatuba começa em 1563, quando o Padre Anchieta promove junto aos índios liderados por Cunhambebe, a chamada Paz de Iperoig.

Em 14 de setembro de 1563 foi assinado o tratado que para algumas tribos significou sua aniquilação. Os franceses foram expulsos e os índios pacificados. Eles partiram de São Vicente para a Aldeia de Iperoig e sua missão de paz foi lenta e difícil.

Anchieta ficou prisioneiro durante aproximadamente quatro meses e nesse período escreveu vários poemas, dentre eles o célebre “Poema à Virgem” nas areias da praia do Cruzeiro, enquanto Manoel da Nóbrega voltava à Aldeia de São Paulo para concluir o Tratado da Paz de Iperoig – o primeiro tratado de paz das Américas.

Com a paz firmada, o Governador Geral do Rio de Janeiro, Salvador Corrêa de Sá e Benevides, tomou providências para colonizar a região, enviando os primeiros moradores para garantir a posse da terra para a Coroa Portuguesa.

O povoado foi elevado à Vila em 28 de Outubro de 1637, agora se chamando Vila Nova da Exaltação à Santa Cruz do Salvador de Ubatuba, tendo como fundador Jordão Albernaz Homem da Costa, nobre português das Ilhas dos Açores.

Os povoadores se instalaram ao longo da costa, utilizando o mar como meio de transporte. A pobreza enfrentada pelos primeiros povoadores da região permanece até o final do séc. XVIII quando a plantação de cana-de-açúcar permite pela primeira vez que Ubatuba tenha uma economia significativa. Todavia, com o surgimento da economia do ouro, a região do Litoral Norte se transforma em produtora de aguardente e açúcar para o abastecimento das áreas de Minas Gerais, que experimentava um novo surto do progresso.

Em 1787, o presidente da Província de São Paulo, Bernardo José de Lorena, decretou que todas as embarcações do litoral seriam obrigadas a se dirigir ao porto de Santos, onde os preços obtidos pelas mercadorias eram mais baixos. A partir dessa pressão do governo, Ubatuba entra em franca decadência e muitos produtores abandonaram os canaviais. Os que ficaram passaram a cultivar apenas o necessário para a subsistência.

A situação só melhorou a partir de 1808 com a abertura dos portos. A medida beneficiou diretamente a então Vila de Ubatuba. O comércio ganha impulso inicialmente com o cultivo do café no próprio município, enviado para o Rio de Janeiro. Todavia, o café se expande para todo o Vale do Paraíba e Ubatuba passa a ser o grande porto exportador, privilegiada mais ainda pela estrada Ubatuba – Taubaté.

Ubatuba nessa época ocupava o primeiro lugar na renda municipal do Estado. Novas ruas são abertas, o urbanismo, no sentido moderno, alcança o município. São criados o cemitério, novas igrejas, um teatro, chafariz com água encanada, mercado municipal e novas construções para abrigar a elite local, dentre as quais o sobrado de Manoel Baltazar da Costa Fortes, o famoso Sobradão do Porto. É nesse apogeu que Ubatuba é elevada a categoria de cidade em 1855 e em 1872 foi elevada a comarca, juntamente com São José dos Campos. Nesse ano tinha 7.565 habitantes.

As grandes construções datam desse período, o prédio da atual Câmara Municipal e a Igreja Matriz. Pouco mais tarde, a partir de 1854, iniciou-se a construção da Santa Casa da Irmandade do Senhor dos Passos de Ubatuba.

A construção da ferrovia Santos-Jundiaí, aliada à economia cafeeira que, se por um lado permitiu que a Vila alcançasse o status de cidade, por outro, levou o município a seu declínio, quando o café deslocou-se para o Oeste Paulista, provocando a decadência econômica do Vale do Paraíba e consequentemente, de Ubatuba, porto de exportação.

De 1870 a 1932 Ubatuba ficou isolada e decadente, as terras desvalorizaram-se, as grandes residências transformaram-se em ruínas. Em 1940 Ubatuba se resumia a 3.227 habitantes.

Depois de um longo período, após a Revolução Constitucionalista de 1932, com o objetivo de integrar a região, cujo isolamento ficou patente no conflito, o Governo Estadual promoveu melhorias na Rodovia Oswaldo Cruz (Ubatuba-Taubaté), passando a cidade a contar com uma ligação permanente com o Vale do Paraíba. Com a reabertura da estrada, inicia-se um novo desenvolvimento econômico: o turismo.

No início da década de 1950, com a abertura da SP55, Ubatuba-Caraguatatuba, intensifica-se o turismo e a especulação imobiliária. Em 1967 Ubatuba é elevada a categoria de Estância Balneária e culmina com a abertura da Rodovia Rio-Santos em 1975, quando o turismo se torna a maior fonte de renda do município.

Atualidade

Atualmente, a cidade possui 748 mil metros quadrados de área total, 102 praias, mais de 20 ilhas e grande parte de seu território é de Mata Atlântica intocada. Suas praias oferecem condições para as práticas de surf, mergulho, pesca, vela e para todos os tipos de esportes aquáticos.

Considerada um paraíso ecológico do Litoral Norte paulista, o município conta com ampla rede hoteleira e gastronômica e agrega infinitas riquezas naturais. Sua gente simples, de rica cultura, acolhe os visitantes em busca de lazer e diversão.

De acordo com o website Turismo em São Paulo, vinculado a Empresa Paulista de Turismo e Eventos, entre os 645 municípios do estado, Ubatuba encontra-se entre os quatro mais procurados pelos turistas do Brasil.

O município conta com três Parques de preservação ambiental. O maior deles é o parque Estadual da Serra do Mar, com mais de 47 mil hectares. Na região norte, destaque para o Parque Nacional da Serra da Bocaina.

E não é só isso, a cidade conta com um dos primeiros parques subaquáticos do Brasil, situado na área de preservação ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta, e é habitada por comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas e caiçaras, que mantêm suas tradições e costumes preservados.

Vale destacar que a cidade de Ubatuba, acolhedora por natureza, tem um dos maiores índices de Mata Atlântica preservada do Brasil.

Memória de Ubatuba

Conheça nossa história

Uma narrativa em capítulos: avance para acompanhar os acontecimentos, das origens indígenas à chegada do turismo.

Pescadores com uma canoa na praia, em registro histórico apresentado pela FundArt
Registro histórico · Acervo apresentado pela FundArt

Antes de 1563

Aldeia de Iperoig

Os Tupinambás e a vida junto ao mar

Antes da colonização europeia, a região era habitada pelos Tupinambás e conhecida como Iperoig. A habilidade com as canoas ligava a vida dessas comunidades ao litoral e às águas que cercavam seu território.

A chegada de portugueses e franceses alterou esse cotidiano. A disputa pelas terras e as tentativas de escravização dos indígenas deram origem a conflitos. Sob a liderança de Cunhambebe, diferentes grupos se aliaram para resistir ao domínio português, formando a Confederação dos Tamoios.

Cruz e edificações de Ubatuba em fotografia histórica apresentada pela FundArt
Registro histórico · Acervo apresentado pela FundArt

1563

Paz de Iperoig

Negociações que marcaram a região

Para negociar o fim dos confrontos, Manoel da Nóbrega e José de Anchieta chegaram à aldeia. A missão foi demorada: enquanto Nóbrega retornava para concluir as negociações, Anchieta permaneceu em Iperoig durante aproximadamente quatro meses.

Foi nesse período que escreveu poemas, entre eles o “Poema à Virgem”, associado às areias da praia do Cruzeiro. O acordo de setembro de 1563 ficou conhecido como Paz de Iperoig. Esse episódio abriu caminho à colonização portuguesa, com profundas consequências para as comunidades indígenas.

Vista aérea histórica do núcleo urbano e da orla de Ubatuba
Registro histórico · Acervo apresentado pela FundArt

1637

A formação da vila

Uma povoação construída ao longo da costa

Jordão Homem da Costa estabeleceu-se na região e fundou uma capela dedicada à Exaltação da Santa Cruz. A povoação cresceu e, em 28 de outubro de 1637, foi elevada à categoria de vila.

A pesca, a mandioca e a cana-de-açúcar participavam da economia local. O mar era o caminho entre os núcleos de moradores. O nome Ubatuba remete à abundância de ubás, plantas também conhecidas como cana-brava, utilizadas na confecção de flechas.

Canoas e moradores junto ao litoral em fotografia histórica
Registro histórico · Acervo apresentado pela FundArt

Séculos XVIII e XIX

Açúcar e café

Do comércio marítimo à expansão do porto

A produção de açúcar e aguardente abasteceu as regiões mineradoras. Em 1787, a obrigação de encaminhar embarcações ao porto de Santos prejudicou os produtores locais e levou ao abandono de canaviais.

A abertura dos portos, em 1808, favoreceu uma recuperação. O café tornou-se o principal impulso econômico: pelo porto de Ubatuba saía a produção do Vale do Paraíba. A ligação com Taubaté ajudou a cidade a participar desse circuito comercial.

Sobradão do Porto e canoas em fotografia do acervo apresentado pela FundArt
Registro histórico · Acervo apresentado pela FundArt

1855–1872

A cidade e seu patrimônio

O crescimento deixa marcas na paisagem

O movimento do café estimulou novas ruas, igrejas, mercado, teatro e abastecimento de água. O Sobradão do Porto tornou-se uma das construções representativas desse período.

Ubatuba foi elevada a cidade em 1855 e a comarca em 1872. A Igreja Matriz, o edifício da antiga Câmara e a Santa Casa também fazem parte da memória desse ciclo de crescimento urbano.

Canoas e construções de Ubatuba em registro histórico
Registro histórico · Acervo apresentado pela FundArt

1870–1932

O período de isolamento

Quando as rotas econômicas mudaram

A expansão das ferrovias e o deslocamento do café para o Oeste Paulista reduziram a importância do porto. A perda de movimento comercial atingiu a economia e prolongou o isolamento de Ubatuba.

Entre 1870 e 1932, terras perderam valor e grandes residências se deterioraram. A cidade passou a enfrentar dificuldades para se conectar aos centros econômicos que antes alimentavam seu comércio.

Vista aérea histórica da orla e da foz de um rio em Ubatuba
Registro histórico · Acervo apresentado pela FundArt

1932–1975

Estradas e turismo

Novos caminhos para Ubatuba

Após 1932, melhorias na Oswaldo Cruz aproximaram Ubatuba do Vale do Paraíba. A ligação com Caraguatatuba, na década de 1950, ampliou o acesso dos visitantes.

O título de Estância Balneária chegou em 1967. A Rio–Santos, em 1975, consolidou o turismo como atividade central da economia.

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Fonte: FundArt — História de Ubatuba (abre em nova aba)

Natureza e cultura

Uma cidade de muitos encontros.

Mar e Mata Atlântica

Praias, ilhas, rios e áreas protegidas compõem a paisagem.

Patrimônio natural

Serra do Mar, Serra da Bocaina e Ilha Anchieta integram o contexto de conservação.

Cultura e pertencimento

Comunidades indígenas, quilombolas e caiçaras mantêm tradições e modos de vida.

Identidade municipal

Os Brasões de Ubatuba

A cruz, os ubás e a canoa reúnem referências à origem do nome da cidade, à sua história e aos povos indígenas da região.

Brasão histórico de Ubatuba apresentado no conteúdo original
Brasão apresentado no acervo histórico municipal
A cruz
Remete à Exaltação da Santa Cruz, presente no primeiro nome da cidade.
Os ubás
Caniços silvestres que recordam a origem indígena do nome Ubatuba.
A canoa e os remadores
Representam os indígenas e os cinco chefes citados na Confederação dos Tamoios.
A coroa mural
Elemento heráldico que caracteriza as armas dos municípios e cidades.
Descrição completa e legislação

A cruz, peça honrosa de primeiríssima ordem, que alteia no escudo e se apresenta com esplendor de ouro, consagra o seu orado e lembra o nome que lhe foi dado pelo seu fundador, Jordão Homem da Costa, depois de afastados os selvagens tamoios, oficialmente legalizados, Exaltação da Santa Cruz do Salvador de Ubatuba.Em memória, diz Eugênio Egas, de haver a cruz empunhada pelos missionários José de Anchieta e outros.
Ubatuba, palavra de origem indígena, significando sítio abundante de ubás (caniços silvestres) é lembrada pelos dois caniços, cruzados ao pé da cruz. Finalmente, a canoa com cinco remadores navegando no mar, rememora a atividade dos indígenas estabelecidos nesta região. Os 5 remadores são: Cunhambebe, Aimberê, Pindabuçu,  Coaquira e Araraí. Eles eram chefes da 5 tribos Tupinambá que formaram a Confederação dos Tamoio. Serve de timbre ao escudo, a coroa mural de ouro convencionalmente adotada para caracterizar as armas dos municípios e cidades.

Fonte: Prefeitura de Ubatuba — Símbolos e Hino (abre em nova aba)

A evolução do brasão

  1. 1957

    Revisão heráldica

    O escudo francês foi substituído pelo português. Foram acrescentados o listel com as datas e os ramos de ubás como suporte.

    Referência: Lei nº 4/1957 · Salvador Thaumaturgo

  2. 1967

    O resplendor e o lema

    O resplendor voltou à cruz, e as datas do listel deram lugar ao lema “Unitatem Servavit Patriae Et Fidei”.

    Referência: Lei nº 120, de 25 de agosto de 1967 · Alcindo Antônio Peixoto de Faria

Histórico e legislação completos

Posteriormente, o brasão sofreu várias modificações baseadas na Lei nº. 4/1957.
Foi feita a revisão pelo heraldista Salvador Thaumaturgo que sofreu a seguinte modificação:
a) o escudo francês foi substituído pelo português;
b) a Cruz perdeu o resplendor de ouro e, do pé, foram suprimidos os dois ramos de ubá em aspas brocantes de verde;
c) como ornamento foi acrescentado um listel de prata com as indicações: 1637 – Ubatuba – 1855;
d) acrescentou como suporte dois ramos de ubás, floridos, ao natural. A primeira data (1637) indicava o ano de elevação da Vila da Exaltação da Santa Cruz do Salvador de Ubatuba e a segunda 1855, a data de elevação a comarca.
A segunda modificação se deu em 1967, instituída pela Lei nº. 120, de 25 de agosto de 1967. O heraldista Alcindo Antônio Peixoto de Faria fez a revisão do brasão que teve a seguinte alteração: voltou o resplendor à cruz e, no listel, suprimiram as datas e acrescentaram a frase latina – Unitatem Servavit Patriae Et Fidei – que se
traduz: Conservou a Unidade da Pátria e da Fé, Legenda de Ibraim Nobre e do Padre Viotti. Essa legenda reafirma a hipótese de que Ubatuba é o berço da unidade nacional, marcado pelo acontecimento que passou a figurar na história do Brasil com o título de PAZ DE IPEROIG. Isso ocorreu em 1563, quando José de Anchieta conseguiu o acordo de paz entre as 5 tribos tupinambá, que formaram a Confederação dos Tamoio, portugueses e as tribos Tupinambá do Rio de Janeiro aliadas dos franceses de Villegaignon.
Pois se os calvinistas franceses tivessem permanecido aqui, as lutas religiosas que então se processavam na Europa, teriam se transportado para cá, e conseqüentemente
o Brasil seria dividido em três regiões: a do sul e norte, católicos e de língua portuguesa e no centro calvinistas e língua francesa.

Cores que nos representam

A Bandeira de Ubatuba

Treze faixas alternadas de azul e branco, com um campo vermelho e a Cruz Flamejante. Uma composição inspirada na Bandeira do Estado de São Paulo. Instituída pelo Decreto nº 174, de 19 de outubro de 1968

Bandeira de Ubatuba, com faixas azuis e brancas e uma cruz no campo vermelho
Bandeira da Estância Balneária de Ubatuba
Azul
Sabedoria, lealdade e clareza. As águas que banham nossa orla.
Branco
Beleza, alegria, vitória e pureza.
Vermelho
Grandeza, audácia e bravura dos habitantes.
Cruz Flamejante
Justiça, fé, força e constância.
Descrição completa e legislação

Criada pelo Decreto nº174, de 19 de Outubro de 1968, a bandeira da Estância Balneária de Ubatuba obedece as mesmas proporções oficiais de Bandeira Nacional. Suas côres são bláu (azul) e prata (branco), listradas 13 vezes alternadamente, cantonadas de góles (vermelho), tendo no centro deste a Cruz Flamejante. Tem como fonte de inspiração a Bandeira do Estado de São Paulo, do qual Ubatuba, município dos mais antigos, orgulha-se de ser parte integrante.
As côres da bandeira simbolizam, segundo o Decreto nº174:
As azuis: a sabedoria, a lealdade e a clareza, e lembram também as águas que banham a orla do município;
As brancas: a beleza, a alegria, a vitória e a pureza;
O vermelho: a grandeza, audácia e bravura de seus habitantes;
A Cruz Flamejante é o símbolo cristão da Exaltação da Santa Cruz e simboliza justiça, fé força e constância, além de ter relação com o primeiro nome da cidade.

Fonte: Prefeitura de Ubatuba — Símbolos e Hino (abre em nova aba)

Hino de Ubatuba

Letra do hino
UBATUBA, SIM! UBATUBA, Sim, Sim, Sim! ela tem lindas praias de areia dourada! Ubatuba, sim, sim, sim! Viver no Perequê, no Itaguá, na Enseada! Ubatuba, sim, sim, sim! Horizontes de mar e de montes sem fim seu céu estrelado de azul anilado suas matas, seus rios, seu Povo abençoado! Eu amo Ubatuba assim como ela é sozinha, isolada, Só com sua Fé. Conquanto ela suba ao progresso que vem, que fique guardada com tudo quanto tem! UBATUBA, sim, sim, sim! ela tem lindas praias de areia dourada! Ubatuba, sim, sim, sim! Da PICINGUABA extrema até a MARANDUBA Ubatuba, sim, sim, sim! Horizontes de mar e de montes sem fim E o céu estrelado De azul anilado Da “TERRA ENCANTADA” que a nossa alma derruba!

Fonte: Prefeitura de Ubatuba — Símbolos e Hino (abre em nova aba)

Território e população

Ubatuba em números

Ubatuba (SP) — Código IBGE: 3555406.

População no Censo 2022: 92.981 pessoas. Estimativa de 2026: 97.541 pessoas.

Fonte: IBGE — API de Dados (Cidades) (abre em nova aba)