Poder Executivo Municipal

Secretaria da Juventude debate prevenção à violência contra a mulher

Secretaria da Juventude debate prevenção à violência contra a mulher

Informação, prevenção e conscientização sobre as diferentes formas de violência contra a mulher estiveram no centro da ação “Mulher Informada, Mulher Protegida”, realizada nesta quinta-feira, 27, na Secretaria Municipal da Juventude de Ubatuba. A atividade integrou a programação do Agosto Lilás e foi promovida em parceria com o Instituto Todas por Uma.

Direcionado a adolescentes e jovens adultos de 15 a 29 anos, o encontro abordou a identificação de situações de violência, relacionamentos saudáveis, direitos, autonomia feminina e os caminhos disponíveis para buscar ajuda e proteção.

Durante a atividade, foram apresentadas as diferentes formas pelas quais a violência pode se manifestar, incluindo agressões físicas, psicológicas, morais, patrimoniais e virtuais. Os participantes também receberam uma cartilha com orientações e informações sobre a rede de apoio existente em Ubatuba.

“Quando levamos informação para os jovens, também trabalhamos a prevenção. É importante que meninas e meninos saibam reconhecer comportamentos abusivos, entendam seus direitos e conheçam os caminhos para procurar ajuda. A Juventude é um espaço de formação e diálogo e precisamos utilizar essa proximidade para abordar assuntos que fazem parte da realidade da sociedade”, destacou o secretário da Juventude, Pedro Jonatas.

A programação contou com a participação da psicóloga Amanda de Alcântara e da presidente do Instituto Todas por Uma, Priscila Hunck, que conduziram reflexões sobre comportamentos abusivos, relacionamentos saudáveis, autonomia e a importância da informação para interromper ciclos de violência.

“Falar sobre violência contra a mulher com os jovens é também falar sobre prevenção. Precisamos ajudá-los a identificar sinais que muitas vezes começam de maneira sutil, compreender os limites dentro de uma relação e saber que controle, humilhação, ameaças e outras formas de violência não podem ser normalizados. Quanto mais informação tivermos, maiores serão as possibilidades de reconhecer essas situações e buscar ajuda”, afirmou a presidente do Instituto “Todas por Uma”, Priscila Hunck.

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