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Ubatuba mantém vacinação contra sarampo conforme calendário

Ubatuba mantém vacinação contra sarampo conforme calendário

A Vigilância Epidemiológica de Ubatuba esclarece que, neste momento, o município não integra a estratégia de intensificação da vacinação contra o sarampo adotada pelo Governo do Estado de São Paulo em razão de detecção de casos confirmados da doença. A medida está restrita às cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo e Guarulhos, onde há confirmação de casos e maior risco de transmissão.

Em Ubatuba, a vacinação segue o Calendário Nacional de Imunização, com oferta regular da vacina tríplice viral nas salas de vacinação da rede municipal. A Viep orienta que moradores de 01 a 59 anos verifiquem a situação vacinal e, caso necessário, procurem a unidade de saúde mais próxima para avaliação e atualização da caderneta.

“Até o momento, não há recomendação para aplicação de dose adicional contra o sarampo em Ubatuba. Novas orientações serão adotadas caso haja atualização das diretrizes do Ministério da Saúde ou da Secretaria de Estado da Saúde”, explicou a enfermeira coordenadora da Viep, Alyne Ambrogi.

O esquema vacinal recomendado prevê duas doses para pessoas de 1 a 29 anos, uma dose para pessoas de 30 a 59 anos e duas doses para profissionais da saúde, independentemente da idade. Crianças devem seguir o calendário de rotina, que prevê a primeira dose da vacina aos 12 meses e a segunda aos 15 meses, por meio da vacina tetraviral ou conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações.

“Embora Ubatuba não esteja incluída na estratégia de vacinação adicional, Viep acompanha de forma permanente o cenário epidemiológico e mantém vigilância para identificação e notificação de casos suspeitos, seguindo os protocolos estabelecidos pelas autoridades sanitárias” acrescentou Alyne.

O sarampo é uma doença viral de alta transmissibilidade, transmitida por meio de gotículas eliminadas ao falar, tossir ou espirrar. Os principais sintomas incluem febre alta, manchas avermelhadas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite. A vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenção, contribuindo para reduzir o risco de circulação do vírus e proteger a população.

 

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