Vacinação contra febre amarela em Ubatuba continua de forma volante e fixa

Vacinação contra febre amarela em Ubatuba continua de forma volante e fixa

As equipes de Estratégia de Saúde da Família e da Vigilância em Saúde de Ubatuba continuam a realizar a vacinação contra a febre amarela de forma fixa e volante. Hoje, quarta-feira, 18, a vacinação de casa a casa está sendo feita na região da Caçandoca. Amanhã, quinta, 19, será a vez da Lagoinha. Já na sexta, 20, as equipes se concentram  na região Sumidouro, Usina Velha, Pedreira e Itaguá/Tenório.

Não deixe para depois, vacine-se o quanto antes. A vacinação está disponível em todas as unidades de saúde, em dias e horários específicos, e diariamente na tenda instalada no Calçadão do Centro, que funciona das 9 às 19 horas.

No sábado, 21 de abril, a vacinação volante se concentrará em toda a região Oeste, das 8 às 17 horas, cobrindo os seguintes locais: Pé da Serra até Figueira, Cachoeira dos Macacos/Morro das Moças, Condomínios (Park Hills, Ubatuba Country, Costa Azul), Parque dos Ministérios, Emaús, Jardim Ipiranga, Vale do Sol (início Rodovia pela Rua Frei Tarciso), Alto do Ipiranguinha (da ponte até a rodovia), Marafunda e Bela Vista.

Na entrada da rua da Cascata, no Ipiranguinha, em frente ao posto de gasolina, também haverá uma tenda fixa de vacinação no sábado, 21, funcionando das 8h às 17h.

Além dos postos volantes e da tenda no Ipiranguinha e no Calçadão, as equipes de saúde estarão vacinando no sábado, 21, das 9h às 19h no supermercado Máximo, localizado na rua Thomaz Galhardo (Centro), e, no domingo, 22, no evento “Brincando na Praça”, que acontece na praça do Cristo, no Itaguá, das 14h às 18h.

A procura pela vacina aumentou após a confirmação de um óbito pela doença e de outros casos suspeitos de febre amarela no município. O relatório parcial de vacinação divulgado na quinta-feira, 19,  aponta uma cobertura vacinal de 67%, o que correspondia a 49.909 doses aplicadas. “O aumento foi significativo mas ainda há muita gente a ser imunizada: 22 mil pessoas, descontando-se já cerca de 2 mil que têm contraindicação, ou seja, que não podem tomar a vacina”, explica Patricia Sanches, supervisora da Vigilância em Saúde.